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Jatene rebate acusações de 'farra de asfalto' após pedido de prisão preventiva

O ex-governador do Estado Simão Jatene usou seu perfil nas redes sociais, na noite desta quarta-feira (1°), para rebater as acusações da chamada “farra de asfalto”.

01/05/2019 22h13Atualizado há 4 meses
Por: André Silvestre
Fonte: diarioonline
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(Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
(Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

O ex-governador do Estado Simão Jatene usou seu perfil nas redes sociais, na noite desta quarta-feira (1°), para rebater as acusações da chamada “farra de asfalto”. A Auditoria Geral do Estado (AGE) pediu a prisão temporária do ex-governador do Pará e de ex-secretários estaduais de obras por suposto esquema de desvio de dinheiro do programa 'Asfalto na Cidade', valor "suficiente para asfaltar o Pará inteiro”.

“Não posso calar diante da clara tentativa sensacionalista de envolvimento do meu nome em suposto esquema de corrupção em programa de governo, que já atendeu mais de cem municípios indiscriminadamente, mudando para melhor a paisagem de dezenas de cidades e vilas no interior do Estado”, rebate o ex-governador em determinado momento do vídeo.

Jatene é apontado pela AGE como o comandante de uma organização criminosa que teria “saqueado cofres públicos através de fraudes em licitações e superfaturamento de contratos” no programa “Asfalto na Cidade” quando, em 2018, foram gastos mais de R$ 369 milhões, sem que muitos convênios fossem formalizados. 

A Representação Criminal da AGE foi protocolada em 2 de abril no Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) e na Delegacia Geral de Polícia Civil para que, então, seja solicitada a prisão do ex-governador.

Assista ao vídeo abaixo e ouça a declaração na íntegra:

ENTENDA

Segundo a representação da AGE, há indícios de superfaturamento, obras fantasmas, corrupção, pagamento de propinas, improbidade administrativa e caixa dois. Devido às supostas irregularidades, o programa foi suspenso em janeiro deste ano.

A AGE afirma que há provas consistentes de que as ilegalidades fariam parte de um “esquema criminoso” que tinha a permissão do então governador Simão Jatene.

(DOL)

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